Seu e-commerce já vende em marketplaces? Se ainda não, esta é a hora de rever a sua estratégia e considerar estes canais que ganharam relevância no cenário nacional. Neste mês, debatemos o tema na Marketplace Conference realizada pelo E-Commerce Brasil, em São Paulo. O evento contou com mais de 60 expositores e 3 mil visitantes em dois dias de programação. Na palestra da nossa especialista, Jaqueline Mahler, os lojistas souberam como aproveitar o potencial dessas plataformas para otimizar a sua operação. Continue com a gente e confira algumas dicas que farão a diferença na sua rotina.

Para começo de história…

Os marketplaces são canais de venda que funcionam como shoppings online. No ambiente deles, diversas lojas expõem, ofertam e vendem seus produtos. Você pode pensar: qual a vantagem de entrar em uma seara em que centenas de lojistas já estão competindo pelo consumidor? Vamos propor uma outra perspectiva. Ao ingressar em um marketplace, a loja se beneficia do tráfego gerado pelo canal e pelas outras marcas ali presentes.

Ou seja, é uma forma de ampliar seu alcance, economizando em mídia. Obviamente, a empresa precisa sempre buscar o equilíbrio entre as vantagens que podem ser alcançadas e a sua autossuficiência. Afinal, não é saudável para nenhum negócio estar dependente de um único canal para gerar faturamento. Tenha sempre em mente que o marketplace deve ser um canal adicional e não um substituto na sua operação.

Sua escolha importa

O mercado brasileiro de marketplaces evoluiu bastante na última década. Há dezenas de canais com perfis diferentes ativos e à disposição. Por isso, o lojista que decide embarcar em um deles deve estudar sua estratégia com atenção. Em sua análise, considere os pontos fortes, as características e os critérios essenciais (número de visitas, conversão, segmento, custo) de cada um deles. A sua escolha deve estar alinhada aos seus objetivos de negócios.

Pergunte-se: o que a minha loja precisa nesse momento? Se a resposta for liquidez, por exemplo, sua diretriz será procurar os marketplaces que vendem mais rápido a sua categoria de produtos na região em que o seu público-alvo está. Também é necessário observar qual é o regime de pagamento das vendas realizadas pelo marketplace em questão, pois isso impactará no seu fluxo de caixa. Por outro lado, um lojista que está focado em “rentabilidade” buscará ofertar seus produtos em canais com menor custo de comissão, levando em conta a rapidez com que o repasse das vendas é feito pelo marketplace.

Marketplaces homem trabalhando no computador

Operação integrada e automatizada

A profissionalização e os padrões da sua loja é que farão a diferença diante dos demais vendedores de um marketplace. Por isso, tenha uma loja virtual estruturada e um parceiro de ERP confiável. Sim, é possível anunciar em muitos marketplaces sem essa estrutura prévia, mas essa condição o colocará em desvantagem. Outro ponto é que a atualização manual de estoques, textos, imagens, informações específicas do produto (código de barras, GTIN) é bastante trabalhosa. Além de absorver o seu tempo, fará com que você não se dedique ao core do seu negócio.

Vamos pensar no cenário ideal. A loja virtual já está pronta e possui um bom ERP. O próximo passo é contratar o hub que vai integrar o e-commerce e o sistema de gestão aos diferentes marketplaces. Cada canal terá as suas configurações de integração, o seu tempo de resposta e o seu regime próprio de atualização. Esses aspectos demandam bastante do lojista. Por isso, é recomendável que, ao escolher o seu middleware, o empreendedor considere aspectos como:

  • O desempenho para rodar a integração sem prejuízo na performance;
  • A conexão completa para subir os produtos, textos, imagens e preços de forma automática;
  • A sincronização das vendas em tempo real para que nenhum produto seja vendido duas vezes, gerando o que chamamos de ruptura.

Leve em conta a reputação e a credibilidade dos seus parceiros de negócios. Verifique a estrutura, a capacidade, a flexibilidade e a robustez de todas as soluções contratadas. Busque o equilíbrio tecnológico e financeiro, para evitar fornecedores que imponham custos acima dos suportados pela sua operação, corroendo sua margem ao invés de impulsionar as suas vendas. Fique ligado!

Os marketplaces apresentam um universo de possibilidades para o e-commerce. Siga nossas dicas, otimize sua conversão e conquiste milhares de novos clientes!

Além do marketplace: um ecossistema completo

A Rakuten foi uma das precursoras do modelo de marketplace no mundo, quando lançou o Rakuten Ichiba, no Japão em 1997. Em mais de duas décadas de história, a companhia diversificou sua matriz de negócios se tornando um conglomerado de internet com mais de 100 empresas e presente em 29 países do mundo. Há dois anos consecutivos, a Rakuten é considerada uma das 30 empresas mais inovadoras do mundo, segundo o ranking da revista Forbes.

No Brasil desde 2011, criou um ecossistema completo de soluções para que o lojista possa liquidar seu inventário online. Da plataforma (Rakuten Digital Commerce) ao meio de pagamento (Rakuten Pay), passando pelo hub de integração (Rakuten Nexus) e pelo marketplace (Rakuten Shopping). Além disso, os lojistas brasileiros também têm acesso a serviços como o programa de fidelidade Rakuten Super Points, líder absoluto no Japão, e a consultoria Rakuten Interactive.

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