Impostos, material escolar, viagem de férias, reforma da casa… A lista de compromissos comuns aos primeiros meses do ano é longa. Apesar de necessárias, as despesas do período pesam no bolso do consumidor e impactam o varejo no mundo físico e online. Para manter a proximidade com o comprador e a boa performance, os lojistas apostam nas liquidações. Mas esta é apenas uma das opções para começar o ano vendendo. Preparamos 5 dicas para o e-commerce alavancar as vendas nas próximas semanas.

Confira!

vendas começo do ano e-commerce lojista na loja

1 – Promoções

Como já falamos, as promoções são o caminho mais fácil para liquidar o estoque excedente após as festas de final de ano. As liquidações de janeiro já são aguardadas com ansiedade por uma parcela expressiva de consumidores e não podem ser ignoradas. No entanto, o lojista deve utilizar este recurso de forma estratégica. Selecionar os itens que precisam ter saída do estoque para liberar espaço e atenção para a nova coleção é o primeiro passo.

Em seguida, é necessário desenvolver uma campanha criativa que se conecte com o público alvo da marca. Podem ser ações associadas ao verão, às férias, à volta às aulas ou mesmo à oportunidade de economia. Ao planejar suas iniciativas, a loja virtual não deve esquecer de usar as boas práticas do storytelling. Assim, pode-se mostrar ao consumidor seus benefícios e sua proposta de valor.

Os e-commerces de nicho devem aproveitar as datas comemorativas ou eventos do período para promover seu portfólio. Por exemplo, uma loja de itens colecionáveis pode colocar em promoção os produtos de filmes que marcaram época em comemoração ao Dia da Saudade (20 de janeiro).

Outras alternativas são:

  • Incluir banners na home do site;
  • Inserir selos nos produtos da loja virtual;
  • Criar uma categoria temporária, uma vitrine especial ou uma landing page para o mix selecionado;
  • Atrair os consumidores para o site com promoções relâmpago (descontos mais altos), por meio de posts ou vídeos nas redes sociais etc.

Vale lembrar também que toda a campanha deve ter uma identidade visual única e integrada. Dessa forma, a marca facilita a identificação pelo usuário e o ajuda na decisão de compra.

2 – Retargeting

Segundo a Ebit, o e-commerce nacional cresceu 12%, chegando a faturar R$ 8,7 bilhões, entre 15 de novembro e 24 de dezembro de 2017. O número de pedidos aumentou 13%, com 2,2 milhões de encomendas a mais do que o observado no mesmo intervalo de 2016. Apesar do número positivo, milhares de consumidores visitaram lojas virtuais sem realizar nenhuma compra. Faz parte do processo de pesquisa e descoberta que todo usuário online vivencia.

Mas se a sua loja tiver uma segunda chance com esses visitantes perdidos? E se você pudesse resgatar, por exemplo, aqueles compradores que conheceram sua marca em dezembro? Milhares de e-commerces no mundo todo já fazem bom uso do retargeting e estão no caminho certo. Para quem está começando, é muito simples. Por meio de uma empresa especializada ou redes de displays, o lojista poderá exibir seus anúncios de forma segmentada em diferentes sites integrados.

Ao instalar o código de rastreio (pixel) do seu fornecedor de retargeting, a loja virtual acompanha o caminho do consumidor ao navegar no site. Assim, quando o usuário deixa o e-commerce, ele poderá visualizar o anúncio certo para o seu momento de compra em outros canais pelos quais navegará. Ou seja, o lojista aumenta as chances de recuperar o consumidor, comunicando-se com ele de forma assertiva e baseada em seu comportamento online.

3 – Email Marketing

Aproximadamente, 269 bilhões de e-mails são enviados todos os dias no mundo, de acordo com a Return Path, provedora global de dados. Mesmo “quarentão”, este canal ainda é um dos favoritos dos consumidores, com um dos maiores ROIs (Retorno sobre Investimento), se comparado a outras mídias. Além de indispensável ao e-commerce, o e-mail marketing pode ser ainda mais valioso para alavancar as vendas no começo do ano.

Ao investir na sua régua de comunicação, o lojista precisa refinar as suas listas com atenção para não perder em “entregabilidade”. Outro ponto é segmentar o perfil mais adequado para cada email planejado. Dessa forma, a loja virtual pode ter diferentes ações e objetivos. Enviar um código promocional para quem abandonou o carrinho, ofertar um produto com desconto para quem comprou outro item relacionado um mês atrás, entre outras opções.

Elaborar um bom assunto (subject) para o email é uma das partes mais importantes para conquistar o usuário e estimular o interesse dele em abrir o conteúdo. Também deve-se testar a peça para diferentes dispositivos. É importante considerar que os aparelhos mobile já são a primeira ou a única tela para milhares de consumidores online.

4 – Pagamentos e Frete

Muitas lojas virtuais oferecem condições bastante favoráveis para que o consumidor compre e pague da maneira mais conveniente. As opções variam desde:

  • Oferta das principais bandeiras de cartão de crédito;
  • Parcelamento em até 12 vezes;
  • Pagamento com dois cartões;
  • Boleto bancário;
  • Frete grátis para determinadas regiões;
  • Compre online e retire na loja física, entre outras.

O problema é que o usuário só fica sabendo de todas essas vantagens quando chega ao checkoutCom uma comunicação mais assertiva e programada, o lojista pode despertar o interesse do comprador com a estrutura que já possui, gerando mais vendas.

Incluir um banner na primeira dobra da página falando que a loja toda está com “6x, sem juros” seria um exemplo. Outra opção seria aproveitar os selos disponíveis na plataforma para sinalizar os itens com frete grátis. Além disso, o lojista precisa ter um processo de checkout objetivo, simples e seguro – de preferência, com todas as etapas em uma só tela.

5 – Up-selling e Cross-selling

Essas técnicas são velhas conhecidas do e-commerce e podem ajudar a loja virtual a decolar em vendas neste primeiro mês do ano. Elas consistem em aproveitar a presença do usuário na loja para melhorar sua experiência ofertando itens de seu interesse.

Se o consumidor está adquirindo um sapato, pode-se mostrar que outros compradores que levaram este produto compraram também um par de meias ou um cinto. Quando compramos um celular, normalmente, visualizamos na página a recomendação de capas para o aparelho ou fones de ouvido.

São exemplos de cross-selling. A loja facilita a jornada do visitante e amplia as chances de aumentar o tíquete médio do pedido. Oferecer kits ou looks completos também ajuda o comprador a visualizar os produtos complementares e que funcionam bem juntos. No caso do up-selling, a diferença é simples.

Se o usuário está adquirindo um notebook, a loja oferece um produto melhor, um pouco mais caro. A marca ganha pode ganhar em tíquete médio e o consumidor em qualidade e economia. Vale lembrar que essas técnicas devem ser bem executadas, pois não se trata de vender qualquer item ao comprador. Com essa estratégia afiada, os dois lados – lojista e consumidor – saem ganhando.

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