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Texto1 Desde a criação das primeiras páginas da web, até os dias de hoje um grande desafio permeia as estratégias online das empresas: Como fazer transformar internautas em consumidores?

As companhias têm se desdobrado para garantir cada vez mais a interação com o mundo da Internet, com o intuito de bater esta barreira. A criatividade não tem limite quando o assunto é trazer o e-consumidor para dentro do seu negócio e causar uma excelente experimentação desde a escolha até o ponto decisivo da venda. Estratégias das mais variadas como simular o carpete de madeira de um dormitório, e convocar as pessoas para fazer parte de uma comunidade de beleza para trocar experiências sobre a utilização dos produtos faz com que o cliente tenha papel decisivo no posicionamento de marcas e produtos.

O principio de todas essas ações parte de um modelo bastante conhecido pelos “marketeiros” de plantão: AIDAAtenção; Interesse; Desejo e Ação. Na verdade quando ST. Elmo Lewis desenvolveu essa teoria linear de comportamento do consumidor ele pretendia definir os passos do vendedor.

Assim, como qualquer consumidor, o e-consumidor também segue um comportamento em geral linear. Obtenha a atenção do seu target, há diversas formas de propagar seu produto e sua marca, os consumidores precisam saber que você existe, esteja onde ele costuma ir, faça com que ele leia e ouça sobre você quando for se informar, e fundamentalmente apareça para ele no ponto de vendas, seja ele convencional ou eletrônico.

Para as estratégias de internet das companhias, essa segunda etapa é fundamental para que o consumidor continue seu caminho até adotá-las como fornecedoras. Despertar o interesse dos e-consumidores é uma tarefa árdua devido ao enorme volume de informações dispostas na internet, e quão ágil essas informações se apresentam. A relevância das informações a disposição de conteúdo, fotos que mostram todos os detalhes, opções e funcionalidades dos produtos devem estar à mão, ou melhor, na tela do consumidor, um simples motivo de dúvida, uma mera informação confusa ou conflitante, ou mesmo a má disposição do conteúdo já é motivo para que em apenas um clique, ou poucas teclas digitadas a concorrência assuma o espaço na mente deste mesmo consumidor.

Segundo o dicionário Houaiss de Língua Portuguesa, aspiração humana diante de algo que corresponda ao esperado, é um dos significados da palavra desejo. Elevar o imaginário dos consumidores e inserir os produtos em suas vidas é uma outra interpretação para o termo. A estratégia de comunicação deve estar muito alinhada com o posicionamento do produto, fatores como status e luxo nesta fase devem ser muito bem explorados, deixar de lado fatores técnicos e trazer à tona questões empíricas, relatos de outros consumidores, ilustrações de consumo e as vantagens de uma, agora muito provável, aquisição.

Contudo, de nada adianta chamar o consumidor, despertar seu interesse, cativá-lo se todo o esforço não se converter em compra. Ação – novamente a questão de marcar território no ponto de venda reforçando os atributos do produto, enfatizando a compra de maneira assertiva é fundamental. A loja virtual deve estar preparada para causar todos os impactos pertinentes a cada momento do comportamento de compra, deve facilitar a interação do e-consumidor com seus produtos, e levar o internauta até o check-out.

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