Postado em: abril 5th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

É importante oferecer embalagens gratuita agregada a venda do produto, pois é um diferencial nem sempre existe a compra pra si mesmo. Usando a criatividade muitas vezes se consegue suprir a necessidade e ir além, agradando em muito. Por exemplo, uma forma simples e barata para produtos de até cinco quilos, é comprar um papel crepom, mais um saco de celofane e uma pedaço de fita, com esse três ingredientes você terá uma receita de sucesso no embrulho do seu produto para despacho e não precisa se preocupar se irá amassar a embalagem visto que a mesma já é dessa forma.
Em épocas de sazonalidade de compras os consumidores além de se preocuparem com fretes gratuitos, também correm atrás daqueles que podem oferecer um pacote completo na hora de comprar um presente. E a embalagem para presente é essencial para que nestas épocas suas vendas alavanquem como no mundo real. Por isso seja consciente e presenteie seus consumidores com essa prestação de serviço. Essa com certeza, será um diferencial que não será esquecido em época de compras de presentes pelos consumidores.
No e-commerce as embalagens também devem proteger, conter, informar, contribuindo para que seu produto chegue em perfeito estado. Algumas dicas para embalagens seguras:
- Proteção e Acolchoamento são fundamentais para seu produto suportar o transporte
- Embalagens de papelão ondulado com divisórias
- Embalagens com suportes internos produzidos a partir de garrafas plásticas recicladas
- Papel kraft utilizado para acolchoamento
- Polpa Moldada
- EspumaparaEmbalagemInstapakQuick®RT
- Sistema de alcolchoamento inflável
- Luvas protetoras (em rede ou infláveis)
Categoria: Comércio Eletrônico, Como Fazer | Tags: ecommerce, embalagens
Postado em: março 4th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

1. Falta de descrição do produto
Infelizmente, a falta completa de um texto de descrição do produto praticamente põe fim às chances de a página estar no top 10 em mecanismos de busca, mesmo no caso da baixa freqüência de consultas. Então não se esqueça de adicionar uma descrição completa. Escreva um descritivo de qualidade que ajuda os seus clientes a tomar decisões de compra. Não copie conteúdo de outros sites ou faricantes, pois os sites de busca irão penaliza-lo por fazer isso.
2. Falta de resenhas de produtos
Cerca de 70% dos compradores estão à procura de resenhas de produtos em lojas online ou fóruns antes de fazer uma compra. Isso significa que se o seu site não tem as resenhas, você está perdendo uma grande porcentagem do público. Além disso, é mais fácil as páginas de resenhas alcançarem o topo dos resultados de busca.
3. Não Otimizando páginas dos produtos com base na pesquisa e demanda
Certifique-se de considerar as palavras-chave que as pessoas mais estão digitando em sites de busca, nos títulos e descrições dos produtos. Caso contrário, você pode criar uma situação em que você está promovendo algo que ninguém está procurando. Este é um erro comum de lojas com um grande número de produtos diferentes.
4. Títulos não-exclusivos
Outro problema das grandes lojas on-line são tags duplicadas de título. Procure por sua singularidade e tente evitar valores idênticos. É a o básico de SEO, mas quando estamos tratando de compras online, por algum motivo, muitos deixam de observar esta regra simples.
É difícil criar tags de título únicas quando você vende vários itens da mesma marca, ou itens semelhantes de muitas marcas. Você vai, inevitavelmente repetir as mesmas palavras-chave e outra vez. Os sites de busca estão cientes desta ocorrência, e, portanto, você deve se concentrar em fazer únicas frases-chaves.
5. Falta de urls amigáveis
O que é um url amigável? Aqui está um exemplo fictício: http://www.rakuten.com.br/ebook/obras-de-machado-de-assis.html
Observe que podemos ler o nome certo do livro no endereço do site. É muito importante em termos de SEO para criar uma url para todos os seus produtos. Sem aqueles IDs anônimos! Faça o seu perfil único para os sites de busca com uma URL única. Isto facilita o cliente ou usuário saberem o que esperar quando se clica no url. Se s url é longa e cheia de números pode parecer spam e ser um turn-off.
Categoria: Comércio Eletrônico, Como Fazer | Tags: ecommerce, SEO
Postado em: fevereiro 18th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

1. Conheça suas Margens
A realidade dos preços do varejo on-line é que o menor preço nem sempre ganha. Na verdade, as batalhas de preços geralmente acabam com você precificando seus produtos muito abaixo. Mesmo com clientes suficientes, você ainda não pode fazer um lucro. Se você está baixando seus preços para um ponto em que você está perdendo dinheiro, você deve considerar a busca de uma melhor fonte, ou ajustar suas ofertas de produtos para incluir itens mais rentáveis.
Entrando numa batalha de preços pode feri-lo a longo prazo também. Quando você sempre coloca o preço muito abaixo, seus clientes sempre esperam que o preço baixe mais, mesmo quando é insustentável para o seu negócio. Como resultado, você pode perder os clientes ao longo do tempo.
2. Conheça o seu USP (Unique Selling Proposition)
O que nos faz diferentes? Toda empresa tem de resolver esta questão para determinar a sua proposta de valor e mercado-alvo. Para os varejistas on-line, um fator único pode ser excelente serviço ao cliente, ou produto que você não pode encontrar em qualquer outro lugar
Com a concorrência de preços em alta, os varejistas têm que pensar fora da caixa quando a elaboração de uma estratégia de marketing ou promocional para sua loja online. Alguns varejistas tiveram sucesso apelando a um sentido de caridade, especialmente em torno dos feriados. Por exemplo doar R$ 1,00 para financiar projectos de água potável cada vez que alguém compra algo de seu comércio eletrônico. Pode-se também oferecer frete grátis em compras acima de R $ 200 – o que é uma grande estratégia de preços e que incentiva as pessoas a comprar mais de 1 produto.
3. Venda abaixo do valor de mercado
Produtos com descontos altos podem ser vantajosos se emparelhado com a estratégia de merchandising apropriada. A Estratégia de itens vendidos abaixo do valor de mercado irá incentivar os clientes a comprar mais. Usando esta estratégia, os donos de lojas on-line têm a oportunidade de upsell, cross sell e aumentar o valor total de carrinho de compras (receita média por usuário).
Mesmo que o lucro não seja impressionante, esta estratégia estimula a aquisição de clientes, abrindo a porta para os esforços de marketing adicionais. O valor de aquisição de cliente supera o valor da transação. Uma estratégia é escolher produtos que têm um baixo CPA (custo por aquisição), para minimizar a perda. O objetivo final é sacrificar a perder dinheiro em um item, a fim de fazer um lucro sobre o resto dos produtos vendidos.
4. Oferecer incentivos
Depois de reconhecer as suas margens e preços em conformidade, então você pode oferecer incentivos para motivar os seus clientes a comprar. Mesmo se você não pode sustentar um preço ultra-baixo no longo prazo, você sempre pode oferecer preços em tempo limitado para alcançar esses clientes. Por exemplo, “compra na próxima hora e receber 20% de desconto!”
5. Diversificar a oferta de produtos
Para oferecer uma oferta de produtos diversificada, que vai vender, os donos de lojas de comércio eletrônico devem primeiro entender a demanda do mercado. Certifique-se de que você está em dia com as tendências atuais, a leitura de notícias de comércio eletrônico. Use produtos como “Google Trends” ou “insight Google” para verificar a popularidade de um SKU e tentar assistir Meetups locais com colegas varejistas online.
Categoria: Comércio Eletrônico, Pontos de Vista | Tags: ecommerce, preços
Postado em: fevereiro 15th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

De acordo com as novas projeções da eMarketer, em 2013 publicidade online na América Latina vai crescer em 23%, mais do que qualquer outra região do mundo, exceto no Oriente Médio. E embora o Brasil continua sendo o maior mercado da região online, México levará a América Latina a um crescimento de 32,1% em publicidade digital. Argentina será em segundo lugar, em 2013, com crescimento de 30% em publicidade online, enquanto o Brasil vai crescer em 20%.
Vários fatores podem fazer partes da América Latina a crescer mais rápido do que o previsto. Primeiro, é projetado que a penetração da Internet na região vai chegar a 60% até 2015, resultando em 359 milhões de usuários de Internet na América Latina, um ganho de 127 milhões em relação ao montante de 2012. Além disso, o e-commerce continua a crescer espetacularmente na América Latina: o crescimento foi de 44% na Argentina, em 2012, 40% no México em 2012 e está projetado para crescer 28% no Brasil em 2013. E as estatísticas de 2012 da e-bit indicam que 65% dos usuários Chilenos compram online. Isso afeta a publicidade online porque tanto buscas e banners publicitários influenciam as compras de latino-americanos. Finalmente tanto a social media e mobile aumentarão seus alcances na América Latina, os anunciantes precisam aumentar seus gastos nessas áreas para continuar a atingir seus clientes.
Categoria: Comércio Eletrônico, M-Commerce | Tags: américa latina, crescimento, ecommerce
Postado em: fevereiro 13th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

Seja um profissional de marketing direto. Não basta sentar lá e esperar que as pessoas o encontrem. Execute promoções criativas para cada data comercial. O uso criativo das mídias sociais. Desenvolver relacionamentos com seus clientes, e fornecer excelente serviço de suporte ao cliente para que você possa ganhar a sua confiança.
Seja um editor. Criar conteúdo de qualidade e mantê-lo fresco. Alavancar o conteúdo existente e redirecionar promos antigas para a web. Desenvolver e proteger sua marca. Enviar seu feed de promoções para os agregadores de compras. E não se esqueça o poder de um bom email marketing.
Seja um analista. Use o Google Analytics para analisar o tráfego, cliques nos anúncios, e as taxas de conversão. Teste o seu site para ver o que funciona melhor. Revise seu Search Engine Optimization (SEO) de desempenho. Monitore sua participação em programas de marketing. Defina metas e determine o retorno sobre o investimento (ROI).
Seja um geek. Acompanhe as tendências da indústria de varejo on-line, particularmente onde as comunicações móveis e as mídias sociais se sobrepõem. Assine revistas do setor e grupos de discussão on-line, e mantenha um olho na concorrência. Você pode não ser o primeiro a adotar novas tecnologias, mas não vai ser o último.
Seja um administrador. Entenda que a sua loja online é uma operação de 24/7 e não pode cuidar de si mesmo. Aloque tempo integral recurso (s) para gerenciar o site. Certifique-se de que você tem procedimentos de backup em vigor para o local e o banco de dados.
Agora, uma dica extra, e talvez o mais importante de todos:
“Venda” da empresa. Assim que você pode dar ao luxo de contratar alguém para gerenciar a loja, você deve concentrar sua atenção sobre a venda da companhia. (Não literalmente vender a empresa, mas a promoção da empresa). Um bom lugar para começar é enviar um comunicado de imprensa para anunciar o lançamento da loja. Não pense que você tem que esperar até que tudo esteja perfeito, porque nunca vai ser! Basta começar e agir!
Categoria: Comércio Eletrônico, Pontos de Vista | Tags: dicas, ecommerce
Postado em: fevereiro 6th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »
No primeiro semestre do ano passado, o setor de comércio eletrônico faturou mais de R$ 10 bilhões. O bom momento do e-commerce no Brasil atrai cada vez mais as pequenas empresas.
As pessoas só compram pela internet se sentirem segurança. Por isso, vale fazer parcerias com empresas grandes, ter um sistema de compra garantida e principalmente um telefone do lado do computador, porque as pessoas gostam de ligar, até para saber se a empresa existe mesmo.
“A internet não tem limites porque todo mundo hoje tem acesso. Antigamente, era o computador, hoje em dia é o notebook, e hoje em dia tem os computadores de mão. Então, a pessoa pode estar na hora de almoço, mexendo no celular, e comprando uma bolsa minha. Eu aposto que todo mundo vai ter esse acesso e eu vou vender cada vez mais.” Diz o micro empresário Dilan Borges de loja virtual de bolsas.
Veja abaixo a situação do empreendedorismo brasileiro:

Conheça a Rakuten Brasil: http://ecservice.rakuten.com.br/o-que-vendemos/
Categoria: Comércio Eletrônico, M-Commerce | Tags: ecommerce, empreendedorismo
Postado em: fevereiro 4th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

Estudo divulgado pelo Blog Google Mobile Ads revela o quanto o volume de transações comerciais feitas a partir de smartphones têm crescido no mundo. Os dados registraram que 74% dos donos de smartphones acabam realizando uma compra após terem realizado uma pesquisa no próprio dispositivo, motivadas por diversos tipos de anúncios veiculados online ou offline.
O estudo foi chamado de “The Mobile Movement: Understanding Smartphone Users” (numa tradução livre: “O Movimento Mobile: Entendendo o usuário de Smartphone”), e foi conduzido pela empresa Ipsos OTX. A base de dados foi extraída da gigante de buscas Google.
Em dados precisos, concluiu-se que 81% das pessoas entrevistadas usaram o gadget para navegar na internet (fazer pesquisas, principalmente), 68% já rodam seus aplicativos favoritos da plataforma e 48% preferiram usar os portáteis para assistir a vídeos.
No Brasil as vendas online por meio de aparelhos móveis (mobile commerce, ou m-commerce), devem apresentar um crescimento expressivo no País nos próximos meses. A estimativa é que esse segmento movimente cerca de R$ 2 bilhões em 2013 (no primeiro semestre deste ano, foram R$ 132 milhões). E as grandes varejistas começam a se adaptar a essa migração de plataforma.
O grande desafio do m-commerce está no aumento das taxas de conversão – ou efetivação da compra. Atualmente, os usuários usam os dispositivos móveis sobretudo para pesquisar preços, consultar endereços de lojas ou características de produtos. A maior parte dos negócios ainda é venda de ingressos para show, cinema e teatro, pois são decisões rápidas que podem ser tomadas na rua ou em qualquer lugar, disse o vice-presidente de estratégias da Câmara-e.net, Leonardo Palhares.
Saiba o porquê escolher a Rakuten: http://ecservice.rakuten.com.br/plataforma-de-ecommerce/
Categoria: Comércio Eletrônico, M-Commerce | Tags: ecommerce, mCommerce, smartphones
Postado em: fevereiro 1st, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

Os norte-americanos estão gastando cada vez mais através de seus tablets. A constatação é de um estudo feito pela consultoria ABI Research, o qual mostra que 22% dos usuários desses dispositivos têm intenção de gastar US$ 50 ou mais por mês através de seus aparelhos. Outros 9% dos entrevistados informaram que têm disposição de gastar US$ 100 em compras feitas pelos dispositivos móveis.
Outra constatação interessante do levantamento é que os tablets estão cada vez mais sendo usados em conjunto com outros tipos de mídia: 14% das pessoas que responderam a pesquisa disseram usar o aparelhos junto com a TV, e 17% afirmaram acessar seus tablets enquanto leem jornais e revistas, o que, segundo a ABI Research, torna a experiência mais imersiva do que estática.
No Brasil a venda por meio de tablets e smartphones subiu de 5% para 10% em 2012, em média, segundo uma pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a camara-e.net. O rápido crescimento das vendas nessa modalidade já era esperado pela entidade, em razão dos resultados do primeiro semestre de 2012.
As vendas por meio de iPads representam 51%. Em iPhones, 20%. E com os demais aparelhos, 29%.
A Rakuten está preparada para acompanhar o mercado, saiba mais: http://ecservice.rakuten.com.br/plataforma-de-ecommerce/
Categoria: Comércio Eletrônico, M-Commerce | Tags: ecommerce, ipad, mCommerce, tablets
Postado em: janeiro 25th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

A web quebrou a barreira do focus group, permitindo-nos compreender de imediato, de forma gratuita e anônima, o comportamento do usuário antes, durante e depois de visitar um site. Para as PMEs isso representa uma oportunidade , tendo em vista que elas geralmente não dispõem de recursos ou orçamento para realizar uma pesquisa aprofundada de mercado. As ferramentas de análise de tendências e de tráfego, entre elas o Google Trends e o Google Analytics, que nos permitem analisar o comportamento do usuário e, assim, tomar decisões de negócio mais bem informadas.
Ferramentas de tendências de busca
Entender como as pessoas encontram sua marca, seu produto ou categoria de serviço na web. Ao analisar as palavras-chave que os usuários digitam no motor de busca, entende-se o que eles normalmente associam seu produto ou categoria, o interesse por áreas geográficas ou em intervalos de tempo específicos, permitindo, por exemplo, identificar uma sazonalidade. Observe o que os compradores querem e antecipe-se ao comportamento do mercado e às tendências de pesquisa da temporada.
Antecipar a demanda. Estudar como evoluíram as tendências da pesquisa em sua indústria para prever a demanda futura e desenvolver estratégias adequadas e orçamento. E Localizar nichos geográficos para atingir os usuários em diferentes regiões e cidades. Saber onde encontrar clientes potenciais e comparar volumes de busca em diferentes regiões e cidades.
Ferramentas de análise de tráfego
Compreender de onde os usuários partem, o que fazem e quando deixam um site específico. Assim, podemos identificar perfis de compradores com base em seus interesses. Com o Google Analytics, por exemplo, é possível reunir dados relevantes de como os usuários encontraram sua página. Os seus visitantes chegam até você por meio de outra página na web que contém o seu link? De um diretório? Da página de busca? Das suas campanhas no AdWords?
Visitantes por localização. Apresenta dados sobre a localização geográfica de seus visitantes. Por exemplo, se sua empresa fornece um determinado serviço na “região A” e você percebe que seu site recebe muitos visitantes da “região B”, talvez deva considerar uma expansão. E também quais seções visitaram dentro do seu site. Quais são as áreas mais populares da sua página? Essa informação pode ajudá-lo a decidir como redesenhar seu site, promover as páginas mais bem-sucedidas, melhorar aquelas que recebem menos tráfego e analisar as causas de isso acontecer. Com esses dados, você poderá entender como melhorar a experiência do usuário em seu eCommerce
Para uma pequena empresa, o desafio não é mais apenas acessá-los, mas interpretá-los de maneira correta e agir de acordo.
Fonte: Revista PEGN
Fique por dentro dos cursos da Rakuten: http://ecservice.rakuten.com.br/cursos-sobre-ecommerce/
Categoria: Comércio Eletrônico, Como Fazer | Tags: ecommerce, PMEs, SEO
Postado em: janeiro 16th, 2013 | Por: Blog Rakuten | Seja o primeiro a comentar »

O comércio eletrônico deve apresentar um crescimento nominal de 25% em 2013, atingindo faturamento de R$ 28 bilhões, prevê a e-bit, empresa especializada em informações do setor.
A diretora de negócios da companhia, Cris Rother, aposta na aceleração das vendas de dispositivo móveis como tablets e smartphones. “A cada ano vemos maior adesão dos brasileiros a dispositivos móveis devido a redução dos preços dos produtos e pela maior oferta de pacotes de banda larga com valores mais acessíveis. Somente em 2012 a queda de preços dos celulares em comparação a 2011 foi de 13,41%”, explica.
Aproximadamente 56% dos consumidores virtuais novatos pertencem à classe C. Uma ameaça a estes compradores é o endividamento: em novembro, 59% das pessoas disseram estar endividadas, sendo que 6,8% declararam que não terão como pagar as dívidas.
Televisor é outro produto que deve estar no carrinho de compras virtual em 2013. Cris Rother explica: “Vimos em 2010 um movimento muito forte na venda de eletrônicos, especialmente TVs de LED e tela fina, estimulados com a Copa do Mundo. Em 2013, teremos a Copa das Confederações, o que pode antecipar essa renovação dos aparelhos visando à Copa de 2014″, analisa.
O comércio eletrônico também não deverá apresentar grandes novidades quanto à entrada de novas empresas no mercado. “Nos últimos dois anos a entrada de novas lojas no setor aconteceu entre as pequenas empresas, que hoje representam cerca de 20% do faturamento do setor”, explica o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.
via MonitorMercantil
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Categoria: Comércio Eletrônico, Pesquisas | Tags: ecommerce